terça-feira, junho 26, 2012

Budens, início de anos 60

Em Budens, início dos anos 60 (antes de 1964).
Da esquerda para a direita, compadre Zé «Moleiro», Júlio Correia de Mesquita, Leonor Correia de Mesquita, Maria Margarida Mesquita, compadre Manuel «Caçador» Marreiros e, eventualmente, sua filha Maria Guilhermina.

terça-feira, junho 19, 2012

domingo, maio 27, 2012

Árvores cortadas e tristes imagens. Porquê?

Nem sempre o eucaliptal e o espaço adjacente de merenda a caminho da praia da Boca do Rio se encontrava nas melhores condições de higiene e de salubridade.
Mas há décadas que os habitantes de Budens e os que rumam à praia se lembram de ver os eucaliptos junto à ribeira, velhos, grandes e viçosos. Aí se fizeram muitos piqueniques, aí se descansou à sombra após uma bela sardinhada.
Agora, por alguma razão ainda pouco clara (e que supostamente está nas mãos das autoridades) foram cortados. Assim vamos... Com estas tristes imagens...

quarta-feira, maio 23, 2012

Nora (a caminho da praia da Boca do Rio)

Esta é uma das várias noras que podem ser vistas junto à estrada que conduz à praia da Boca do Rio, sendo que a maioria delas já não se encontra operacional.
Segundo a Wikipédia, «Nora é um engenho ou aparelho para tirar água de poços ou cisternas. É constituído por uma roda com pequenos reservatórios ou alcatruzes.
Possui uma haste horizontal acoplada a um eixo vertical que por sua vez está ligado a um sistema de rodas dentadas. Este sistema faz circular um conjunto de alcatruzes entre o fundo do poço e a superfície exterior. Os alcatruzes descem vazios, são enchidos no fundo do poço, regressam e quando atingem a posição mais elevada começam a verter a água numa calha que a conduz ao seu destino. O ciclo de ida e volta dos alcatruzes ao fim do poço para tirar água mantém-se enquanto se fizer rodar a haste vertical e o poço tiver água.
Tradicionalmente as noras são engenhos de tracção animal. Estes engenhos vieram em muitos casos substituir a picota ou cegonha anteriormente utilizados como engenhos principais para tirar água na Península Ibérica onde se pensa que tenham sido introduzidos pelos árabes».

segunda-feira, maio 14, 2012

Praia da Boca do Rio (Trono de Neptuno?)

Há anos que não tínhamos a oportunidade de ver a praia da Boca do Rio com tanta areia como tem agora e tão convidativa para a prática balnear.
Do lado negativo, realça-se que continua o estacionamento abusivo de auto-caravanas que, em certos casos, não permite a circulação dos veraneantes.
Talvez para celebrar o ter um belo areal e o legado romano no local, alguém decidiu colocar um «trono» para honrar Neptuno, o deus romano do mar, inspirado no deus grego Posídon (ou Poseidon). 
(mais informação seguindo esta ligação).

sábado, maio 12, 2012

Praia da Salema? É p'ra 'li

Esta é uma imagem captada a caminho da Praia da Boca do Rio. E a placa indica a direcção para a Praia da Salema, um dos locais mais aprazíveis das nossas redondezas.
Na parede da casa do posto de transformação ainda subsiste ou resiste um «mural» do período pós revolucionário. Mais ao longe, a ser devorado pela força imparável e inexorável do mar, está um local (um rico espólio) que foi eleito pelos nossos antepassados romanos que ali viveram e trabalharam. E também o navio L'Océan, testemunho da chamada «Batalha de Lagos».
A Salema, nesta nova estrada de acesso, é p'ra´li, localidade piscatória e turística onde os nossos amigos e vizinhos vão dando a conhecer o seu dia-a-dia, a sua vida, as suas gentes, neste grupo do Facebook que recomendamos, aplaudimos e convidamos a visitar: Amigos da Praia da Salema

quinta-feira, abril 26, 2012

Comemorando o 25 de Abril

D. Gracieta, D. Arminda e D. Joaquinita de cravos ao peito a comemorar o 25 de Abril.

sábado, março 31, 2012

Praia da Salema em dia de sueste

Eis a Praia da Salema, em dia de suestada.
(esta fotografia foi publicada por Vitor Duarte, na página do Facebook dos Amigos da Praia da Salema, que pode ser acedida seguindo esta => ligação).

terça-feira, março 27, 2012

Berlinde de pedra

No quintal de sua casa, o nosso amigo e vizinho José Ramos fez um berlinde de pedra para oferecer ao seu neto. 
À moda antiga, como ele e outros mais antigos faziam no seu tempo de juventude e em que o jogo do berlinde era dos mais populares entre a rapaziada parte a pedra, com muito cuidado, para lhe dar a forma esférica. Depois de concluída essa tarefa, usa uma cana onde encaixa a pedra rudemente esférica e uma outra de farinheira para que o berlinde fique perfeito.
E depois? É só saber jogar...
(ler mais informação na Wikipédia)

quarta-feira, março 21, 2012

Um recanto florido

Eis um recanto florido da nossa aldeia, na Rua 1º de Dezembro.
E até um tanque que era usado antigamente para lavar roupa foi utilizado como floreira...

terça-feira, março 13, 2012

Pastoreio

Continuam quentes e sem chuva os dias cá por Budens e por todo o país. 
Há pouca erva nos campos e até as canas onde o nosso amigo e vizinho José dos Reis se abrigou do calor intenso enquanto os seus animais pastavam estão praticamente secas.

segunda-feira, março 05, 2012

As «minhas» andorinhas

Até parece que foi «ontem», antes do Inverno que não houve, que partiram rumo a Sul e a terras mais quentes. Nesse dia e reunidas na praça, chilreavam sem parar antes da viagem e não houve quem não se apercebesse que as andorinhas, as «nossas» andorinhas, estavam de partida.
Agora estão de volta e, pacientemente, estão a reconstruir os ninhos que tinham deixado há meses. Neste beiral, já oiço o seu canto. Mas tímidas, ou por inépcia do fotógrafo, não aparecem nesta imagem. No eterno ciclo da vida... São as «minhas» andorinhas...
CM