quarta-feira, julho 21, 2010

Afonso

Afonso Cortez não é natural de Budens, mas vive na nossa aldeia há já algum tempo.
Amigo do seu amigo, incansável nas suas funções, sempre prestável mas brincalhão, é um privilégio tê-lo como vizinho e como amigo.
A foto é da Paula Oliveiros, captada no «Budea», um dos pontos de encontro de quem aqui vive.

sexta-feira, julho 16, 2010

Carnaval 2010


Ainda os santos populares


Fotos do baú

Sevilha 2003 final da taça UEFA
Quarenta graus de temperatura, cerveja cruz campo até mais não, três tugas no meio de trinta mil escoceses... Futebol ? qual futebol ? nem vi o estádio...

Ps. O menino está sobrio? veja lá o que vai dizer prá televisão!!!

No controlo da fogueira

Luís Santos, Carlos Mesquita e Daniel Candeias, a malta que apanhou o rosmaninho, controlam a fogueira e quem nela pula.

quarta-feira, julho 14, 2010

João Pico

Habitualmente é ele quem tira as fotografias, muitas e excelentes.
Desta feita, aquando das nossas celebrações dos Santos Populares, foi ele o «apanhado» numa das raras vezes em que se deixou fotografar...
Foto: Paula Oliveiros

segunda-feira, julho 12, 2010

António «Labita»

António «Labita», natural da Maia e um dos amigos de Budens, onde trabalhou durante anos.
Nesta foto, no «Budea», antes do jogo da final do Mundial de Futebol.
Foto: Paula Oliveiros

sábado, julho 10, 2010

Budens às escuras

No desfile de Carnaval 2010, que se realizou em Sagres, decidimos manifestar o nosso desagrado público pelo mau serviço da EDP, que nos deixou horas incontáveis sem fornecimento eléctrico cá por Budens (o que até levou à destruição de vários equipamentos eléctricos).
A única coisa «positiva» de vivermos sem electricidade e sem iluminação pública foi o de termos conseguido ver as estrelas e, em particular, a Via Láctea.
A feitura da miniatura da nossa aldeia, em papel e cartão mas com as fachadas das casas muito realistas (com destaque para a nossa Igreja) deu-nos muitas horas de trabalho, mas de grata satisfação pelo resultado obtido.

quinta-feira, julho 08, 2010

O «celeiro do Algarve»

Num passado relativamente recente, o concelho de Vila do Bispo foi considerado o «celeiro do Algarve», uma vez que o cultivo do trigo ocupava uma grande parte do seu território e da actividade da sua população.
A existência de inúmeros moinhos de vento neste concelho (hoje quase todos eles em ruínas), unidades fabris onde o cereal era transformado em farinha da qual se faz o pão, alimento presente e indispensável em quase todas as mesas nacionais e internacionais, ou ainda destinado à alimentação para animais, prova a importância desta cultura (e também a do milho, cereal que era normalmente moído em pequenas mós caseiras, que iriam dar as famosas «papas» de peixe, marisco, torresmos ou ainda leite (!)-prato que no sotavento algarvio é conhecido como «xerém» ou «xarém» - receita que pode ser lida nesta ligação).
Entretanto e nas últimas décadas, os «campos» foram deixados a um triste abandono. As contingências impostas pelas directivas da União Europeia e pelo Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), aliadas à baixa rendibilidade da actividade (senão prejuízo, mesmo!) também contribuíram para o fim desta actividade.
Daí que seja com satisfação que hoje se olha para este terreno, perto de Budens, localizado a sul da EN n.º 125, do lado esquerdo para quem se dirige à estrada para praia da Boca do Rio, e se veja que esta terra ainda poderia ou poderá voltar a ser o «celeiro do Algarve».
CJM

terça-feira, julho 06, 2010

domingo, julho 04, 2010

Rui "Viet"

Rui "Viet", desgostoso com a derrota da Selecção de Futebol brasileira, ante a «Laranja Mecânica».
Mas a música de John Lee Hooker era boa e a «Sagres» estava bem fresca...

sexta-feira, julho 02, 2010

Pórtico da Igreja de Budens

A cantaria do pórtico da Igreja Matriz de Budens apresenta alguns elementos curiosos:
- Uma data inscrita, a de 1762. Embora a sua construção seja anterior a essa data, a Igreja de Budens foi reconstruída nesse ano, após ter sido destruída pelo sismo de 1 de Novembro de 1755.  
- Duas flechas, símbolo associado a São Sebastião e a quem esta Igreja invoca, que foi morto trespassado por setas. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima). Curiosamente, segundo a Wikipédia, três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico (o que não é o caso aqui).
- Uma concha sem gotas, que pode ser símbolo de peregrinação e de santos que fizeram longas viagem pelo mar.
- Outros elementos que não se identificam de momento.